Blog do Bruno Voloch

Arquivo : julho 2013

Às vésperas do Grand Prix, Cleger e Marcillán abandonam seleção de Cuba
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Bruno Voloch

Ana Yilian Cleger e Lilianne Marcillán são as novas baixas de Cuba.

As duas jogadoras decidiram abandonar a seleção e não vão disputar o Grand Prix. A competição começa no próximo fim de semana. Cuba jogará em Macau contra China, Holanda e Bulgária.

O técnico Juan Carlos Gala Rodriguez convocou Beatriz Vilches, de 18 anos e Dairilis Cruz.

Sem alternativas, Cuba força a renovação e terá no elenco jogadoras como Melissa Vargas, 13 anos e Dayessi Ruiz, de 16.

A decisão de deixar Cuba vai custar caro para Cleger e Marcillán. As duas terão que ficar dois anos sem atuar em competições oficias. Várias atletas cubanas que desertaram sofreram o mesmo tipo de punição.


SOS goleiro em São Januário
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Bruno Voloch

É nítida a evolução do Vasco desde a chegada de Juninho.

São dois jogos e duas vitórias. Após flertar com a zona do rebaixamento, o time respira e se afasta dos últimos colocados.

A torcida responde nas arquibancadas. Contra o modesto Criciúma quase 20 mil torcedores estiveram em São Januário.

Dorival Júnior vai ganhando crédito e dando uma nova cara ao Vasco. A equipe ganha corpo e confiança.

Os 6 pontos conquistados nos últimos jogos porém não devem e não podem maquiar algumas deficiências. O Vasco vai precisar encontrar uma maneira de sobreviver sem Juninho e as bolas paradas.

Guiñazu deve ser útil e colombiano Montoya é uma incógnita.

A única certeza é a necessidade urgente de contratar um goleiro. Diogo Silva não tem experiência, tem a aprovação de Carlos Germano, mas não é confiável. O goleiro falhou nos dois gols do Criciúma.

Michel Alves e Alessandro não aprovaram.

Todo time começa por um grande goleiro. O Vasco não pode se esquecer dessa velha máxima do futebol.

 

 

 

 


Empate pelas mãos de Mano
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Bruno Voloch

A situação no campeonato ainda é preocupante e o Flamengo tem poucos motivos para comemorar.

O empate contra o Botafogo no Maracanã acabou sendo justo, premiou o esforço dos jogadores e as alterações de Mano Menezes.

O técnico enxergou o péssimo primeiro tempo do time e no intervalo agiu com precisão tirando o infofensivo Diego Silva e o não menos agressivo Gabriel.

As entradas de Luiz Antônio e Adryan mudaram a cara do time que de dominado passou a dominar o adversário.

Luiz Antônio, pelo que jogou em 45 minutos, não pode ser banco para Diego Silva. Adryan, embora tenha perdido um gol incrível na cara de Jefferson, fez a equipe andar e se tornar mais ofensiva.

Elias rendeu mais e passou a atuar como elemento surpresa no ataque. Precisou marcar 3 gols, para valer 1.

A zaga, apesar do empate, foi insegura a maior parte do tempo. Carlos Eduardo embora tenha se dedicado, definitivamente não caiu nas graças do torcedor. Paulinho foi outro que ficou abaixo e até mesmo Marcelo Moreno não repetiu as atuações razoáveis dos últimos jogos.

Foram dois tempos distintos e o Flamengo arrancou o empate contra o Botafogo pelas mãos de Mano Menezes.

 


Oswaldo e ditado infalível tiram liderança do Botafogo
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Bruno Voloch

Quem não faz, leva.

Um ditado quase infalível no futebol deu as caras no Maracanã vestido de preto e branco.

O Botafogo fez um ótimo primeiro tempo contra o Flamengo, criou inúmeras oportunidades de marcar, mas fez apenas 1 gol. O alvinegro poderia ter saído para o intervalo com uma vantagem de 2 ou 3 gols que não seria nada absurdo.

Os técnicos costumam chamar de ‘matar’ o jogo.

Na volta para o segundo tempo o Botafogo foi outro. O time foi completamente dominado pelo Flamengo, apenas se defendeu e tentou garantir o resultado. Oswaldo de Oliveira, diferente de Mano Menezes, assistiu passivamente o Flamengo tomar conta da partida. O técnico fez entrar Renato na vaga de Vitinho e apostou que a equipe pudesse segurar o magro 1 a 0 até o fim.

As entradas de Lima e Antônio Carlos deixaram claro que a intensão era somente se defender. O Botafogo sem força ofensiva, pediu para levar o gol de empate e acabou sendo merecidamente castigado no último lance do jogo.

 


Celso Barros, presidente da Unimed, é a favor da demissão de Abel
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Bruno Voloch

Abel Braga dificilmente resistirá no comando do Fluminense.

Após a quinta derrota seguida, o clima no clube é ruim e de desconfiança.

Rodrigo Caetano e Sandro Lima que apoiavam o treinador encontram forte resistência interna e já admitem que a saída de Abel é inevitável.

Peter Siemsen, presidente do Fluminense, se mostra solidário ao treinador.

Pressão maior vem de cima, mais especificamente de quem paga a conta.

Celso Barros, presidente da Unimed, empresa que patrocina o Fluminense, é a favor da demissão imediata de Abel.


Lesão no ombro afasta Tandara da seleção brasileira
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Bruno Voloch

Tandara, maior pontuadora da última superliga, está fora do Grand Prix.

A jogadora não se recuperou de uma lesão no ombro e por opção da comissão técnica ficará de fora da competição.

Uma pena. Trata-se de uma jogadora promissora e que será definitivamente testada essa temporada quando defenderá um time grande como Campinas.

O que causa certa estranheza é o tempo de recuperação da atleta.

Tandara está à disposição da seleção desde maio, quase não jogou, passou em branco nos amistosos contra a Holanda e agora simplesmente é cortada do Grand Prix.

O corte da jogadora dá a impressão de que a lesão seja mais séria do que se pensa.

Tandara saiu pela tangente e num discurso pouco convincente e político, declarou que iria priorizar o tratamento no ombro e para isso teria que abrir mão do Grand Prix.

 

 

 


Fabíola ou Claudinha ? Quem deve ser cortada da seleção ?
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Bruno Voloch

A seleção feminina jogará em casa a primeira etapa do Grand Prix. Campinas irá receber Estados Unidos, Polônia e Rússia.

Nos próximos dias porém o técnico da seleção feminina, José Roberto Guimarães, irá definir o grupo que viajará para Porto Rico e Cazaquistão, escalas seguintes pela segunda e terceira etapas da competição.

A tendência é que apenas 14 jogadoras estejam na relação e teoricamente duas levantadoras.

Dani Lins, campeã olímpica, estará na lista. A dúvida passa a ser a segunda levantadora. Fabíola, de Osasco e Claudinha, de Campinas, são as opções.

Fabíola é conhecida do treinador. Claudinha nem tanto, mas foi escolhida para ocupar o lugar de Fernandinha no time de Campinas.

Curiosamente, a levantadora não tem sido aproveitada, quase não jogou os amistosos e teve poucas oportunidades. É natural e uma tendência grande que Fabíola seja a escolhida.


Botafogo será um ótimo teste para o Flamengo
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Bruno Voloch

É inegável a evolução do Flamengo nas mãos de Mano Menezes.

O time ainda pode não ser o dos sonhos do exigente torcedor, mas a equipe mostra uma razoável organização tática e esquema de jogo.

Mano deu mais segurança ao sistema defensivo, setor muito criticado quando Jorginho dirigia o time.

Asa, Vasco e Internacional foram o últimos adversários, mas o Botafogo, líder do campeonato, será um ótimo teste para o Flamengo.

É claro que pela posição que o Botafogo ocupa na tabela, pode ser considerado o favorito. Mas a gente sabe e a história nos mostra isso, que em clássico nem sempre vence o melhor.

Botafogo e Flamengo é sempre um jogo diferenciado.


Stacy Sykora inicia carreira de treinadora nos Estados Unidos
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Bruno Voloch

Stacy Sykora não vai ficar muito tempo longe do esporte.

A ex-líbero dos Estados Unidos está fazendo cursos pelo país e deve em breve iniciar a carreira de treinadora.

A jogadora foi obrigada a abandonar as quadras em função de um acidente de ônibus sofrido em Osasco em 2011 quando defendia o Vôlei Futuro.

Stacy não conseguia enxergar direito, ficou sem reflexo, com problemas de visão e optou por se retirar das quadras.

Eleita melhor líbero do mundo em 2010, Stacy coleciona vários títulos pela seleção dos Estados Unidos. A líbero foi medalha de prata na olimpíada de Pequim em 2008.


Após pior campanha da história, Cuba demite Orlando Samuels
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Bruno Voloch

Orlando Samuels não é mais o técnico de Cuba.

O treinador foi demitido pela após a péssima campanha na Liga Mundial de 2013. Cuba venceu apenas uma das 10 partidas que disputou.

Curiosamente, o único resultado positivo aconteceu diante da campeã Rússia ainda pela fase de classificação.

Apesar do histórico como técnico de Cuba, Samuels não resistiu e foi dispensado. O treinador dirigiu Cuba entre 1985 e 1994 e retornou em 2007 até 2013.

Rodolfo Luis Sanches, que trabalha com as categorias de base, passa a comandar Cuba.