Blog do Bruno Voloch

Rapha 2015
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Bruno Voloch

Lamentável a contusão de Rapha no Taubaté.

O levantador é um dos pilares do time e foi peça fundamental na conquista do inédito título estadual.

E sem Rapha, como será ?

Bem, o jogador veio para fazer a diferença e é óbvio que não se pode exigir o mesmo desempenho de Pedro.

Fato é que Rapha não deve voltar a jogar em 2014.

Se o prazo estabelecido para a recuperação são de 5 semanas, o levantador só estaria apto para jogar no início de dezembro. Isso sem falar no condicionamento físico e nas festas de fim de ano, quando a competição é paralisada.

Cézar Douglas portanto deve se preparar efetivamente para contar com Rapha 100% em janeiro.

É sem dúvida uma perda significativa, especialmente quando Taubaté for enfrentar os grandes e jogar contra Cruzeiro e Sesi.

 

 

 


Grandes vencem na abertura
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Bruno Voloch

O inédito titulo estadual é passado em Taubaté.

Mesmo sem contar com Rafa contundido, o time venceu o Minas na estreia da Superliga fazendo 3 a 0.

Lipe e Lorena foram os maiores pontuadores.

Em Montes Claros, o Sesi sofreu, abusou dos erros, deixou escapar um set, mas derrotou o time da casa por 3 a 1.

O ótimo aproveitamento no bloqueio foi determinante para a equipe paulista sair com os 3 pontos. Marcelinho teve boa atuação. Todos os atacantes foram bem utilizados. Riad e Lucarelli saíram com 15 pontos e Lucão 14.

O Voleisul abriu sua participação na primeira divisão com derrota.

O time de Novo Hamburgo caiu para Campinas também por 3 a 1 com 19/25, 25/17, 22/25 e 23/25.

 

 

 


Sesi ‘morre na praia’ novamente
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Bruno Voloch

A queda do Sesi não chega a ser nenhuma novidade.

Aliás, tratando-se de campeonato paulista, é ainda mais decepcionante.

É visível a falta de comando.

E não é de hoje.

Só não enxerga quem não quer, caso específico de Montanaro, responsável direto por manter Talmo no cargo até hoje.

A conquista do sul-americano no ano passado deixou transparecer que o trabalho estava no caminho certo.

Ainda mais depois de ser vice-campeão da Superliga.

Pura ilusão.

O relacionamento de Talmo com algumas jogadoras é ruim desde a temporada passada.

Não mudaria por acaso.

É inexplicável a insistência com a líbero Suellen, assim como Carol Albuquerque ser banco para Claudinha.

Talmo é incapaz de definir o time titular o que acaba gerando insegurança e desconforto entre as jogadoras.

Pri Daroit, Suellen e Mari se alternam em quadra, mas nenhuma delas consegue jogar 100%.

O treinador desmereceu o adversário quando deixou Fabiana de fora na primeira partida da semifinal.

Pago caro.

Tudo bem que Bárbara vinha atuando como titular, mas nenhuma equipe no mundo pode abrir mão do talento de Fabiana.

Talmo quis ir contra a lógica.

O comprometimento de algumas jogadoras com o trabalho atual do treinador é questionável.

Os erros no quinto set foram amadores. Isso sem contar os inúmeros saques para fora e na rede.

O que vai mudar na Vila Leopoldina ?

Rigorosamente nada.

Montanaro manda mais que o presidente e é dele, exclusivamente dele, a decisão de continuar com Talmo de técnico.

O pacto foi selado.

Em qualquer clube sério onde a administração é profissional baseada em metas e resultados, alguma mudança já teria sido no mínimo sugerida.

Não no Sesi. Não com Montanaro.

Giovane Gávio, com todo seu currículo, não resistiu no masculino.

O Sesi acaba de ser eliminado de uma competição tecnicamente muito mais fraca do que a Superliga por uma equipe que não possuiu 10% do investimento.

O salário de Fabiana, apenas como exemplo, paga toda a folha salarial de São Caetano e com direito a troco.

Assim caminha o Sesi.

Mas tudo está perdido. O time tem motivos para comemorar.

O resultado fez o Sesi perder, mesmo que provisoriamente, o status de vice-campeão.

A rotina porém ainda é a mesma.

O time sempre 'morre na praia'.

 

 

 

 

 

 


Diferença que vem do banco
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Bruno Voloch

Não dá simplesmente para ignorar os 27 pontos de Thaisinha.

Seria absurdo.

Muito menos o bom e surpreendente jogo da oposta Paula, grata revelação, e o aproveitamento de Mara no bloqueio.

Elas de fato foram as destaques da classificação do São Caetano para a final do campeonato paulista após 7 anos sem disputar a decisão.

O grande responsável porém foi o Haírton Cabral, técnico do time.

O treinador, com orçamento infinitamente inferior ao adversário, no caso o Sesi, de Talmo de Oliveira, fez sua equipe jogar como grande, não sentiu a responsabilidade e atuou com muita personalidade e confiança.

Haírton foi cirúrgico nas alterações e o São Caetano sempre agressivo e disciplinado taticamente.

Abriu 2 a 0 e acabou deixando a ansiedade tomar conta do time, algo natural, o que ajudou o adversário a empatar a partida.

Do outro lado Talmo dava sinais evidentes de insegurança. Era um entra e sai interminável.

Suelle, Mari e Pri Daroit se revezaram em quadra.

O Sesi parecia pouco comprometido, prova disso foram os vários erros de saque no quinto set.

Haírton foi corajoso.

Preferiu decidir o jogo no tie-break e evitar o possível golden set. Escalou a jovem Sonaly de início.

Enquanto Thaisinha seguia virando e pontuando, quem vinha do banco, casos de Joyce e Dani Suco, dava conta do recado.

Vitória de um time, contra um bando dentro de quadra.

 

 


Casa nova ?
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Bruno Voloch

Minas pode ser a nova casa de Jaqueline.

O clube ainda não desistiu de contratar a jogadora da seleção brasileira.

O departamento de marketing corre contra o tempo e está no mercado em busca de um patrocinador exclusivo para a atleta.

O desejo de contar com Jaqueline é tão grande que o futuro investidor poderá estampar a marca não só nas camisas de jogos e treinos como também nas placas que ficam ao redor da quadra.

Jaqueline, conforme o blog divulgou durante o mundial da Itália, recusou recentemente 500 mil dólares para jogar no Japão.

O Minas porém trabalha com valores bem inferiores.

O time estreia na Superliga no dia 11 de novembro contra o Pinheiros.

As ex-jogadoras da seleção brasileira, Walewska e Carol Gattaz, são as mais experientes do atual grupo.

 

 

 

 

 

 

 


Dever de casa
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Bruno Voloch

Maringá fez o dever de casa.

O time estreou na Superliga vencendo São Bernardo por 3 a o com (25/18, 25/19 e 25/21).

Jogo tranquilo para o time paranaense que teve como destaque o regular ponta Piá.

Rivaldo abusou dos bloqueios.

São Bernardo mostrou bom aproveitamento no bloqueio, mas deixou muito a desejar em termos de ataque.

Estreia é sempre complicado.

Vale destacar a ótima presença de público.

2.400 pessoas em plena terça-feira.

Maringá deixa uma boa impressão. Pode e deve evoluir, mas é cedo e precipitado fazer qualquer tipo de previsão antes da quinta ou sexta rodadas.

Serve para ambos.

 

 


Recepção ‘mata’ Osasco
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Bruno Voloch

Osasco era o favorito.

Jogava em casa, contou com a força máxima, as estrelas da seleção, mas mesmo assim sucumbiu diante do Pinheiros.

Um contundente 3 a 0 abriu a série com 25-20, 32-30 e 25-22.

O corajoso time do Pinheiros não se intimidou, mostrou personalidade quando parecia que sofreria uma incrível virada no segundo set e venceu com méritos.

O passe foi o principal problema de Osasco.

Luizomar de Moura fez o que podia.

O melh0r momento curiosamente foi quando Samara e Gabi entraram e deram mais equilíbrio ao time. Carcaces mudou de posição e mesmo assim a equipe não andou. Mari terminou como oposta. Nada adiantou.

Regular e extremamente consciente, o Pinheiros abriu 1 a 0 na série.

Osasco terá que vencer o jogo na próxima quinta-feira, forçar o 'Golden set' e derrotar o Pinheiros no set desempate.

Pelo elenco que possui a tarefa não é das mais complicadas, mas pela bola que (não) jogou dificilmente vai reverter o quadro.

 


Grito de independência
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Bruno Voloch

Uma decisão rara e corajosa chama atenção.

O norte-americano Matt Anderson, estrela da seleção dos Estados Unidos, rescindiu contrato com o Zenit Kazan, da Rússia.

O jogador alegou 'cansaço' e que precisava 'dar um tempo'.

Anderson disse em comunicado oficial que pretende se dedicar aos familiares durante o período que ficará longe das quadras.

Segundo ele, a situação era 'desconfortável e de muito estresse'.

Anderson chegou a falar em depressão.

'A pausa será fundamental para recuperar o prazer de jogar', enfatizou o atleta ao site oficial do clube.

Campeão da Liga Mundial em 2014, Anderson tem apenas 27 anos, passagens pelo vôlei da Itália e da Coreia e defende a seleção desde 2007.


Distância do Brasil
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Bruno Voloch

A reeleição de Dilma Rousseff segue repercutindo nas redes sociais.

Sheilla, que ficou em terceiro no último mundial, declarou abertamente via twitter sua insatisfação com a derrota de Aécio Neves nas urnas:

'Agora que não volto para o Brasil mesmo. Vai ser igual Cuba'.

Sheilla disse que pretende encerrar a carreira no exterior.

A jogadora defendeu Osasco na temporada passada e se transferiu para o Vakifbank, da Turquia.


Bobeou, dançou
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Bruno Voloch

E o Sesi continua rigorosamente o mesmo.

Aliás, dessa vez Talmo de Oliveira se superou.

O técnico optou em poupar Fabiana, uma das melhores jogadoras do mundo, na primeira partida das semifinais do campeonato paulista contra o São Caetano.

A 'inovação' de Talmo não deu certo.

O Sesi manteve a fama que construiu desde que foi fundado e perdeu por 3 sets a 2 com parciais de 29/27, 15/25, 25/24, 16/25 e 15/13.

Fabiana só atuou como titular a partir do quarto set quando o Sesi perdia por 2 a 1.

O resultado obriga o time a vencer a segunda partida na Vila Leopoldina e derrotar o São Caetano também no 'golden set'. Só assim evitará o vexame de ser eliminado da competição.

Pinheiros e Osasco disputam a outra semifinal.