Blog do Bruno Voloch

Arquivo : agosto 2013

Vasco trabalha para ‘receber’ Fluminense em São Januário
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Bruno Voloch

O jogo entre Fluminense e Vasco marcou a reabertura do Maracanã no campeonato brasileiro.

O clássico foi marcado por uma grande polêmica na época e os torcedores do Fluminense ocuparam o lado direito do estádio, local tradicionalmente usado pelos vascaínos.

Peter Siemsen, presidente tricolor, fez valer o que estava escrito no contrato que o Fluminense tem com o consórcio que administra o estádio. O Vasco não engoliu e apelou para a tradição de 63 anos.

O Fluminense levou a melhor nos bastidores e o Vasco no campo ganhando por 3 a 1.

Se engana quem pensa que os dirigentes do Vasco esqueceram o fato. O clube se prepara e quer receber em São Januário o adversário pela 27ª rodada.

Roberto Dinamite está empenhado em obter um laudo das autoridades liberando o estádio e conta com o apoio da Federação de Futebol do Rio de Janeiro.

O Vasco teria direito a usar 90% do espaço de São Januário e destinaria somente 10% ao Fluminense.

 

 


Vitinho recusou aumento e fugiu da concentração
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Bruno Voloch

A cabeça de Vitinho está mesmo longe do Botafogo.

Assim que o clube confirmou a proposta do CSKA, o jogador exigiu ser vendido e fugiu da concentração. O elenco estava em Curitiba. O Botafogo jogou no domingo passado contra o Atlético e perdeu por 2 a 0.

A atitude de Vitinho revoltou a diretoria do Botafogo. Apesar dos fatos, o presidente Maurício Assumpção, ainda tentou conversar com os representantes do atleta, mas Vitinho foi irredutível.

Assumpção propôs salários semelhantes ao que o time russo irá pagar até o fim do campeonato brasileiro e Vitinho não aceitou.

O jogador recebia R$ 15 mil por mês, foi aumentado para R$ 35 mil recentemente e deve ganhar algo em torno de R$ 500 mil na Rússia.

 

 


Betim e Cruzeiro definitivamente no cenário mundial
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Bruno Voloch

Sai Belo Horizonte, entra Betim. Sai o Minas, entra o Sada/Cruzeiro.

O atual vice-campeão da Superliga será sede do campeonato mundial de clubes. O evento acontecerá entre os dias 15 e 20 de outubro.

Além do Cruzeiro, o mundial terá o Trentino, da Itália, UPCN, da Argentina, Lokomotiv Novosibirsk, da Rússia, Panasonic, do Japão, Sfax, da Tunísia, Kalleh, do Irã e Clube Romana, da República Dominicana.

Trentino e Panasonic foram convidados pela FIVB, Federação Internacional de Vôlei.

O Brasil não sedia o mundial desde 1991. O Trentino é o atual tetracampeão.

A escolha de Betim foi acima de tudo uma vitória pessoal de Vittorio Medioli, dono do time. O dirigente, marcado por declarações polêmicas e personalidade forte, coloca a cidade e o clube no cenário mundial.

A torcida certamente cumprirá seu papel. Garantia de sucesso dentro e fora das quadras.


Barueri perde Soninha e contrata Maurício Thomas
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Bruno Voloch

O recém-formado time de Barueri, ex-Jacareí, será dirigido por Maurício Thomas.

O treinador trabalhou como assistente técnico de Luizomar de Moura em Osasco e atualmente trabalha nas categorias de base da CBV. Thomas comanda a seleção feminina infanto juvenil.

Se o técnico chega, a experiente Soninha deixa o projeto que até pouco tempo esteve ameaçado em Jacareí e foi salvo pela prefeitura de Barueri.

Fernandinha, campeã olímpica, a central Fernanda Ísis e as atacantes Renatinha e Cibele são os destaques do time.

Maurício Thomas foi uma ótima escolha. Trata-se de um profissional respeitado pelas atletas, com muita credibilidade e acima de tudo corajoso. Thomas, diferente da maioria, não se acomodou, procurou seu espaço, cansou de ser assistente e em Barueri terá mais uma oportunidade de mostrar sua competência.

 

 

 

 


Brasil conquista Copa Pan-Americana; Lucarelli é MVP
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Bruno Voloch

Sem divulgação, a Copa Pan-Americana despercebida.

O torneio foi jogado na Cidade do México e seleção masculina venceu todos os jogos que disputou por 3 a0, inclusive a final.

Após passar por Porto Rico e Argentina na fase de classificação, o Brasil superou os mexicanos na decisão com parciais de 25/21, 25/20 e 25/17.

A Argentina foi terceira colocada, Porto Rico quarto e os Estados Unidos terminaram em quinto lugar.

Rubinho, assistente técnico de Bernardinho na seleção adulta, comandou o time.

Lucarelli, Renan, Isac, Maurício Borges, Maurício Souza e Alan, jogadores que fizeram parte da campanha na Liga Mundial, formaram a base da equipe.

Lucarelli desequilibrou e foi eleito o MVP do campeonato.

O Brasil se prepara para a disputa do mundial sub-23 que será jogado em outubro.


Saída de Eder Luis é ‘negócio da China’ para o Vasco
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Bruno Voloch

Como é de conhecimento geral, Eder Luis está deixando o Vasco.

Ótimo negócio para o clube e para o jogador.

Eder não conseguiu durante todo o ano de 2012 e boa parte de 2013, ser aquele atacante que encantou a torcida em 2011 e foi fundamental na conquista da Copa do Brasil. Não passou nem perto.

Contestado, convive briga contra a regularidade. Fisicamente parece estar abaixo do ideal.

Dorival Junior se diz contrário a saída de Eder. O técnico porém foi voto vencido. O Vasco poderia ter faturado alto com Eder no passado, hoje a realidade é diferente. O jogador perdeu valor de mercado.

O Al Nasr, dos Emirados Árabes, aparece em ótima hora.

O Vasco ainda não pagou R$ 5 milhões ao Benfica e pode nem ver a cor do dinheiro na transação, mas se livra teoricamente da dívida, se os árabes pagarem pelo empréstimo e os salários do jogador.

Um autêntico ‘negócio da China’.


Derrota merecida e equilíbrio emocional
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Bruno Voloch

Ruim. Muito ruim a atuação do Botafogo diante do Atlético-PR em Curitiba.

Derrota merecida por 2 a 0.

O time foi apático, lento, sem inspiração e facilmente envolvido pelo adversário. Aliás, com o devido respeito que os atleticanos possam merecer, o Botafogo é infinitamente superior tecnicamente, pena que nem sempre isso resolva.

O Atlético teve mais disposição de ganhar e dominou o Botafogo a maior parte do tempo.

A arbitragem foi confusa e ruim, mas não influenciou na derrota. Jogar a responsabilidade no árbitro seria não enxergar a superioridade do adversário. Concordo porém que Vitinho tenha sido expulso injustamente.

Admito que não entendi, acho que poucos conseguiram entender, a saída de Rafael Marques no segundo tempo com o time precisando do resultado. Mas enfim, Oswaldo sabe o que faz.

O Botafogo não pode transformar o resultado negativo e a consequente perda da liderança numa catástrofe.

É preciso ter equilíbrio emocional.

A derrota não apaga a ótima campanha no campeonato brasileiro e não pode diminuir a confiança para o jogo de volta contra o Atlético-MG pela Copa do Brasil.

Nada é fácil para o Botafogo e não será diferente dessa vez.

 


Gangorra interminável e fim do ano em agosto
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Bruno Voloch

E o Flamengo caiu novamente. Dessa vez para o Grêmio e jogando teoricamente em casa.

O time foi uma decepção do início ao fim do jogo. Talvez tenha sido uma das piores atuações do Fla,mengo desde a chegada de Mano Menezes.

A ausência de Elias não pode servir como justificativa para uma atuação tão ruim. Taticamente o Flamengo simplesmente não existiu em campo e foi dominado pelo adversário.

Difícil falar tecnicamente do time.

Val, Fernando, Paulinho e Marcelo Moreno foram figurantes. Adryan e Nixon entraram e não mudaram o cenário.

O Flamengo não vence há quatro jogos. Empates com Goiás e São Paulo e derrotas para Cruzeiro, Copa do Brasil, e Grêmio.

O ano para o Flamengo pode terminar na quarta-feira. A eliminação na Copa do Brasil representaria o fim da possibilidade de conquistar um título em 2013 ainda no mês de agosto. Sim, porque pelo que (não) mostrou até agora no brasileiro, fica difícil imaginar algo diferente que não seja escapar das últimas posições.

O Flamengo vive uma gangorra interminável.

 

 

 


Sai Abel, chega Luxemburgo e nada muda no Fluminense
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Bruno Voloch

O Fluminense de 2013 definitivamente não combina e não lembra nem de longe o time de 2012.

O alerta está ligado. O Fluminense esquece a parte de cima da tabela e olha para baixo. Realidade triste e dura de aceitar.

A simples saída de Abel Braga, como muitos admitiam, não resolveu. O time não anda, pouco  evolui e sofre com uma campanha abaixo da média. O time de guerreiros ficou no passado.

Luxemburgo tem os méritos de apostar em garotos como Igor Julião, Willian, Kennedy, Biro-Biro e Eduardo, mas esses jovens não estão preparados e dificilmente resolverão. Pelo menos por enquanto.

A diretoria se vê obrigada a dividir as responsabilidades, afinal nenhuma das contratações vingou essa temporada onde Rhayner  chegou a ser considerado imprescindível. Felipe e Monzón são exemplos fáceis que chegam na memória.

O fraco desempenho de Fred e Jean contribui. Fato.

Existe pouco para falar da derrota para o São Paulo. O Fluminense, através de Luxemburgo, alega que foi prejudicado pela arbitragem.

Não é verdade. O Fluminense foi extremamente defensivo e foi ao Morumbi para não perder.

Faltou futebol, coisa que o time não joga faz tempo.

 


Maior patrimônio segue intocável e inigualável
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Bruno Voloch

Recente pesquisa divulgada pelo Flamengo, aponta que o clube lidera o ranking de renda e público do campeonato brasileiro em 15 rodadas.

Os números não chegam a ser nenhuma novidade em termos de Flamengo. Média de mais de 30 mil por jogo.

O que mais chama atenção é o fato do time jamais ter chegado perto dos líderes e passar a maior parte do tempo olhando para a parte debaixo da tabela.

Fico imaginando a cabeça do torcedor.

Se o time colaborasse, fosse mais regular e melhor qualificado tecnicamente. Essa é considerada a parceria ideal, mas está longe da realidade rubro-negra.

Hoje o Flamengo ainda convive com a irregularidade, desconfiança, busca uma identidade e pensa pequeno.

Maior exemplo é o fato da comissão técnica e alguns jogadores considerarem positivo perder de 2 a 1 para o Cruzeiro em Belo Horizonte. Isso contando com a ajuda de Dedé e o gol histórico de Carlos Eduardo.

É pouco.

Evidente que o torcedor pode fazer a diferença no Rio.

A diretoria deu o primeiro passo diminuindo o preço dos ingressos e apelando para o maior patrimônio.