Blog do Bruno Voloch

Rubinho, assistente de Bernardinho na seleção, pode assumir time feminino do Sesi
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Bruno Voloch

O Sesi pode ter novo treinador na próxima temporada.

Roberley Luiz Leonaldo, conhecido como Rubinho, que comandou São Bernardo na superliga masculina nas últimas edições, é o mais cotado.

O trabalho de Talmo vem sendo questionado e a diretoria estuda mudanças na comissão técnica.

O perfil de Rubinho, um dos assistentes de Bernardinho na seleção masculina, agrada Montanaro, homem forte do Sesi.

As conversas são preliminares e devem evoluir nos próximos dias.

Maurício Thomas, que trabalha na seleção infanto-juvenil feminina e Mauro Grasso, também estão cotados, mas Rubinho é a primeira opção.

São Bernardo está em crise, perdeu patrocinadores e luta para manter vivo o projeto.


Ellen, destaque do Pinheiros, é disputada por Sesi, Campinas e Unilever
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Bruno Voloch

Diferente da crise que atinge o masculino, o mercado feminino segue movimentado.

O Praia Clube, de Uberlândia, renovou contrato das principais jogadoras, entre elas a cubana Herrera. Fora isso, trouxe Natália que estacva encostada no Sesi.

Ellen, grata revelação do Pinheiros na superliga, é pretendida por pelo menos 3 equipes: Sesi, Campinas e Rio de Janeiro.

Apesar do assédio, a jogadora de 22 anos pretende priorizar a renovação com o Pinheiros.

Fernandinha, levantadora de Campinas, interessa ao Rio, mas esbarra no relacionamento ruim da jogadora com um dos assistentes de Bernardinho.

A levantadora 'peitou' um dos integrantes da comissão técnica quando defendia a equipe. O envolvido diretamente no caso é contra.

Por causa disso, as negociações não devem voluir.

Fora isso, Fofão ainda não decidiu se irá se aposentar após a superliga.

 


Tecnlogia chega com atraso, pode ajudar, mas não é solução
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Bruno Voloch

A CBV enfim resolveu se coçar.

Pressionada por todos os lados, a entidade decide usar o recurso eletrônico nas finais da superliga.

É pouco, mas melhor do que nada.

Quantas equipes foram prejudicadas pela arbitragem até agora ?

Será que o resultado do campeonato seria o mesmo ?

Evidente que não.

Acontece que a CBV não poderia correr o risco de ver a superliga sendo decidida pela arbitragem. Tarde demais. O risco diminui, mas a probabilidade ainda existe e grande.

Não se trata de má intenção. O nível técnico é ruim mesmo de uma maneira geral. Poucos são aqueles que escapam.

A maioria é sem personalidade, autoridade e os árbitros acabam facilmente envolvidos por jogadores e treinadores.

O que mais se ouve é 'sua equipe está advertida' e não passa disso. Não vai passar e eles pensam que são respeitados. Aqueles que ainda se submetem aos microfones são ainda mais ridiculraizados.

Os cartões raramente são mostrados.

Do lado de fora ainda é pior.

Treinadores e assistentes técnicos deitam e rolam. A tática é usar ouvido de mercador. Provocações e xingamentos são constantes especialmente em jogos de maior rivalidade.

A chegada da tecnologia é bem aceita, chega com atraso e não vai resolver os problemas de arbitragem.


Fim da equipe de Campinas gera manifesto e apelo dos atletas nas redes sociais
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Bruno Voloch

O provável fim das atividades do time masculino de Campinas causou indignação.

A Medley, patrocinadora master, optou em deixar o projeto e ameaça a continuidade das atividades da equipe.

Os atletas já foram comunicados e liberados para tratar do futuro.

Campinas é o quarto clube que fecha as portas.

Vôlei Futuro e Florianópolis, conforme o blog adiantou, já tinham tomado decisão semelhante antes mesmo do encerramento da fase de classificação da superliga.

São Bernardo é outro que depende de investidores para sobreviver.

Renato Russomanno, jogador de Campinas, desabafou via facebook. Ele agradeceu o apoio dos torcedores e pediu apoio ao esporte:

''Gostaria de agradecer a toda torcida de Campinas pelo carinho e pela paixão que transmitia para todos nós, torcida que nos apoiava em 100% dos jogos, mesmo em alguns momentos em que, ao meu ver, não merecíamos. Torcida que da exemplo de educação e respeito mesmo com os adversários. A Medley esta saindo, mas o projeto não pode acabar, precisamos nos mobilizar para que isso não ocorra com tanta freqüência em nosso esporte que é o mais vitorioso do pais. Estendo ainda este sentimento para que as equipes de Araçatuba, São Bernardo e Florianópolis, possam continuar com seus projetos e ainda muitos interessados possam estar se juntando ao nosso esporte. Sabemos que muito precisa ser feito e mudado. Bora mobilizarmos para um volei melhor. #unidosporumasuperligamelhor''.

O apelo ganhou força nas redes sociais.

Jogadores, treinadores e ex-atletas se mostram revoltados com a atual situação.


Seleção: progresso zero
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Bruno Voloch

3 jogos e nada.

Felipão chegou com moral, pinta de salvador da pátria, mas até agora nada.

A seleção novamente foi dominada pelo bom time da Rússia, especialmente no primeiro tempo e Julio César evitou o pior ainda nos 45 minutos iniciais.

Thiago Silva e Marcelo provaram que são titulares com sobras. Não podem ficar fora. Marcelo se salvou entre tanta mediocridade.

Kaká foi uma negação.

Oscar ficou sem posição com a chegada de Kaká e Neymar sumido.

Fred novamente salvou a seleção. Hulk teve boa participação no segundo tempo, mas depender de Hulk seria demais para o nosso futebol.

Fato é que a seleção de Felipão não evolui e não dá sinais de progresso.

O futuro é sombrio.


Após cair nas quartas, Campinas perde patrocínio e projeto está ameaçado
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Bruno Voloch

A crise chegou ao time de vôlei masculino de Campinas.

Após Florianópolis e Vôlei Futuro, mais uma equipe pode fechar as portas e deixar de participar da superliga.

A Medley, indústria farmacêutica, patrocinadora master do clube de Campinas, anunciou o fim da parceria que durava 3 anos.

Maurício Lima, ex-levantador da seleção e campeão olímpico, atua como diretor do time e vai buscar alternativas com a prefeitura para evitar o encerramento das atividades.

Campinas caiu nas quartas de final para o Minas.


Cotada na Europa, Herrera explica permanência em Uberlândia: “Preciso pensar na minha saúde”
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Bruno Voloch

''Primeiro preciso pensar na minha saúde''.

Foi dessa maneira que Herrera explicou a renovação de contrato com o Praia Clube, de Uberlândia.

''O clube está dando todas as condições para a minha recuperação. Estou fazendo muita fisioterapia e com ótimos profissionais. Nesse momento não posso pensar em outra coisa que não seja o meu joelho''.

A jogadora rompeu os ligamentos do joelho esquerdo no fim do ano passado. A contusão acabou acabou fazendo  Herrera optar em adiar o sonho de jogar na europa. A atleta já tinha recebido propostas.

Além da cubana, a levantadora Juliana Carrijo também fica no Praia por mais uma temporada. As gêmeas Michelle e Monique são mais duas atletas que permanecem até 2014.


Seedorf é ídolo, exemplo, diferenciado, mas não é intocável
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Bruno Voloch

A boa e importante vitória do Botafogo, único dos grandes que venceu na rodada, ficou em segundo plano.

A expulsão de Seedorf é destaque na mídia.

O craque do Botafogo foi expulso nos minutos finais da partida diante do Madureira.

Não se discute a técnica, muito menos a importância e o talento desse excepcional atleta.

Acontece que Seedorf, por mais que tenha serviços prestados ao esporte, não pode ser tratado de maneira diferenciada.

O torcedor do Botafogo pode não concordar.

Philip Georg Bennett, árbitro do jogo, foi confuso e ficou marcado após o pênalti no primeiro tempo. Faz sentido.

Mas no episódio envolvendo Seedorf, me parece que Philip Georg agiu como manda a regra. E mais. O árbitro não viu camisa e ídolo na frente apenas cumpriu o que está escrito.

Pelo comportamento exemplar dentro e fora de quadra, assusta ver Seedorf sair de campo expulso.

Mas no futebol não deve existir precedentes.

Se errou, Seedorf deve pagar, como outro qualquer, afinal a placa indicava número 10. Se ele não seria o jogador que iria deixar o campo, uma vez que o Botafogo alega que André Bahia substituiria Cidinho, o árbitro não pode adivinhar.

 

 


Arbitragem suja vitória do Botafogo e carreira de Seedorf
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Bruno Voloch

O Botafogo teve sorte, competência e frieza para derrotar o Madureira e salvar a rodada dos grandes.

A arbitragem confusa de Philip Georg Bennett quase tirou a vitória do Botafogo ainda no primeiro tempo. Dória no fim acabou fazendo justiça. Mas o árbitro ainda faria pior.

Seedorf, como de hábito, fez a diferença com toques rápidos e precisos.

O gol do Madureira antes dos 15 do segundo tempo não assustou o Botafogo.

O time teve paciência e 10 minutos depois do gol de empate fez o segundo gol pelos pés de Seedorf, melhor em campo. Por sinal, quando vencia por 1 a 0, Seedorf quase marcou em linda cobrança de falta.

Jefferson garantiu os 3 pontos em ótima defesa no fim do jogo.

Philip Georg Bennett ainda expulsaria Seedorf fechando com chave de ouro uma tarde para ser esquecida pela arbitragem carioca.

 


Flamengo luta contra o tempo e contra o time
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Bruno Voloch

Ainda não foi dessa vez que o Flamengo venceu.

É evidente que não dá para Jorginho fazer mágica e mudar a cara do time da noite para o dia, mas a verdade é que o Flamengo de hoje foi exatamente igual ao de ontem.

Jorginho pede paciência e é até compreensível o pedido, afinal o técnico acabou de chegar ao clube. Mas com 1 ponto em 2 jogos, será difícil convencer o torcedor a esperar.

O futebol apresentado diante do limitado Boavista foi decepcionante. A diferença foi a motivação natural pela chegada de um novo treinador. Tirando isso, vimos os mesmos erros de sempre, falta de objetividade e técnica.

O Flamengo segue vivendo dos cruzamentos de Léo Moura e esperando um momento de lucidez ou sorte de Hernane.

Jorginho lançou Gabriel, Nixon e Adryan juntos, deixou em campo Rafinha, mas não dá para entender como Renato Abreu virou terceira ou quarta opção.

O grande mérito de Jorginho na estreia foi enxergar em apenas 90 minutos que o Flamengo precisa urgente de reforços para não fazer feio no campeonato brasileiro.

Acontece que não jogar as semifinais da Taça Rio seria trágico para o clube.