Mari x Sheilla será atração no mundial de clubes em Doha, no Qatar
Ídolos por onde passaram, Mari e Sheilla fizeram inúmeros fãs.
Arrastaram ótimos públicos aos ginásios e viraram marketing dos clubes que defenderam.
Nas últimas temporadas, atuaram juntas em São Caetano e no Rio de Janeiro. Com salários astronômicos, entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão por ano, Sheilla e Mari se desgastaram na Unilever e o projeto carioca acabou naufrangando.
A separação era questão de tempo.
Sheilla assinou com Osasco e Mari voltou para a europa.
Juntas ou separadas, as duas dão ibope e são referência.
O corte de Mari da seleção até hoje não foi bem digerido pela jogadora. Com o bicampeonato olímpico, Mari sumiu. Sheilla segue em alta, prestigiada e com o status de salvadora da pátria.
O sofrimento, as derrotas iniciais e a maneira como a seleção venceu a olimpíada de Londres fizeram Sheilla mudar. Uma pena. O desabafo desnecessário após a vitória diante dos Estados Unidos foi o primeiro indício.
Hoje, diferente de tempos atrás, Sheilla quer mídia.
Ninguém pode jamais questionar o desempenho da jogadora em quadra. Se não fosse Sheilla, o Brasil não teria vencido a Rússia nas quartas de final. Humildade porém não faz mal ninguém e partindo de Sheilla, é o que mais nos surpreende.
O destino vai colocar as duas, Mari e Sheilla, frente a frente no mundial de clubes. Osasco x Fenerbahçe. Outubro, em Doha, Qatar.
